FAQ

Tire suas dúvidas

Sim,qualquer casal com indicação para tratamento de infertilidade pode participar. Para isso, basta que o casal se inscreva nas palestras que ocorrem periodicamente, que é quando os especialistas estarão disponíveis para esclarecer todas as dúvidas e questões dos casais relacionadas à infertilidade.
Solucionadas as questões, os casais podem optar em marcar a consulta para que o médico faça o diagnóstico e encaminhe o casal ao tratamento adequado.
Há uma confusão generalizada entre os conceitos, mas em termos médicos é clara a distinção.
Esterilidade primária: quando o casal, após um ano de relações sem 
tomar medidas de proteção, não conseguiu uma gravidez.
Esterilidade secundária: a do casal que, após ter o primeiro filho, não 
consegue uma nova gravidez após um ano de tentativas.
Infertilidade primária: o casal que não chega a resultar em nascimento 
necessariamente.
Infertilidade secundária: após uma gravidez e um parto normais, não se 
consegue uma nova gravidez resultada em recém-nascido.
Os bebês são tão saudáveis como de uma gestação natural. O risco de problemas na formação do bebê estão mais relacionados com a idade da mulher do que qualquer outro fator.
Podem ser tanto de caráter social como clínico. Entre as primeiras,
podemos citar a idade avançada e as consequências devido ao estilo de vida das pessoas (obesidade, tabagismo, álcool, drogas e excesso de trabalho).
As principais causas clínicas são: fatores masculinos (30%), fatores tubários e endometriose (30%), fatores ovarianos (20%), fatores associados (10%), infertilidade sem causa aparente (10%). Miomas e pólipos uterinos são causas raras de infertilidade conjugal e estão mais relacionados aos abortamentos.
Estes dados variam na literatura dependendo do país onde foi publicado. Porém, de forma geral, a esterilidade conjugal atinge cerca de 15% dos casais em idade reprodutiva.
O nome correto desta modalidade de tratamento é cessão temporária do útero. Tal modalidade é permitida no Brasil, desde que seja obedecida a seguinte situação: a mulher que cede o útero deve ser parente de primeiro grau (mãe, irmã ou prima de primeiro grau) da mulher que não pode gestar. Caso não seja possível atender esta exigência, o caso deve ser submetido à parecer do Conselho Regional de Medicina.
Não sabemos qual a influência que os transtornos emocionais podem ter
na reprodução. O stress associado à reprodução deve ser tratado porque
deteriora a qualidade de vida do casal.
A maturidade física e psíquica da mulher faz com que a idade ideal
para ter filhos seja entre os 20 e 30 anos. Mas, hoje em dia, os
casais decidem ter filhos tardiamente, devido em grande parte à
integração da mulher no mercado de trabalho.

A partir dos 35 anos a fertilidade feminina diminui sensivelmente e a
partir dos 45 a possibilidade de gravidez é excepcional.

Em 40% dos casos o fator masculino é responsável pela infertilidade conjugal: alterações testiculares, obstrução dos ductos, afecções da próstata ou do epidídimo, alterações na ejaculação ou ereção e uso de medicamentos ou drogas. Estas alterações, de alguma forma, alteram a qualidade seminal (concentração, motilidade ou morfologia dos espermatozóides) e também podem levar a alterações na fita do DNA que o espermatozóide carrega (fragmentação do DNA).

Outros 40% devem-se a causas femininas como: menopausa precoce, endometriose, obstruções ou lesões das tubas uterinas, anomalias
uterinas e cervicais ou problemas ovulatórios (como a Síndrome dos ovários policísticos).

Os 20% restantes devem-se a causas desconhecidas ou combinadas, em que tanto a mulher quanto o homem apresentam alterações que dificultam a gravidez. Nós preferimos falar sempre das causas conjugais porque, seja qual for o problema, a colaboração dos dois membros é fundamental.

Pressupondo um ciclo menstrual normal de 28 – 30 dias, a ovulação ocorrerá por volta do 14° dia – 24 horas depois da ovulação verifica-se uma elevação da temperatura basal de 1° C. Este sinal é a base do método de controle da ovulação, apesar de não ser um método muito prático. Por volta do período ovulatório, a observação dos sinais secundários da ovulação é importante, pois auxilia na detecção do período fértil. Neste período, a mulher pode perceber que a lubrificação vaginal aumenta (o muco cervical fica filante, semelhante à clara de ovo) e no momento da ovulação pode sentir dor tipo cólica (leve).

Pode-se também estimar seu período fértil utilizando o simulador que existe neste site.

Não há uma idade limite que impeça um casal de procurar engravidar. É uma questão difícil de avaliar, pois é uma situação muito particular de cada casal; entre outras coisas, depende da sua saúde e do bem-estar físico de cada um.

No caso da mulher, 50 anos seria um limite razoável, a partir do qual não aconselhamos que se submetam aos tratamentos de reprodução assistida. Porém, vale ressaltar novamente, que o período ideal para uma mulher procurar tratamento seria antes dos 35 anos. Desta forma, a chance de sucesso do tratamento, independente do fator que está impedindo a gravidez, será maior.

É um centro médico especializado na investigação e no tratamento das causas de infertilidade conjugal utilizando profissionais específicos altamente capacitados e as mais modernas tecnologias de reprodução humana.

Frente aos problemas de fertilidade conjugal, deve-se recorrer
aos ginecologistas especializados, dado que o estudo da infertilidade é
complexo e compreende provas que não são efetuadas em tratamentos
ginecológicos habituais.

No caso do Projeto Beta, a intenção é ajudar uma parcela da população que não se sentia a vontade de conhecer uma clínica de reproducnao assistida, justamente pelo alto valor de seus tratamentos. Por essa razão, o Projeto Beta oferece palestras gratuitas para elucidar os casais que sentem desejo em conhecer mais profundamente os métodos e fiquem mais próximos de realizar seus desejos.

Após iniciado o tratamento, o tempo médio de duração do tratamento é de 15 dias. Após este período, 14 dias depois é feito o teste de gravidez.
Portanto, o tempo total é de 1 mês para termos o resultado do tratamento.